Por conta da COP26 o termo “transição justa” é citado exaustivamente nos veículos de comunicação e publicações ambientalistas. Mas do que se trata ? Justa para quem ? Qual o impacto na adoção de novos padrões de produção para os trabalhadores ? Como se configura este novo mercado de trabalho.

Para responder estas e outras questões a CUT encomendou ao DIEESE a organização de publicação sobre o tema a partir das experiências vividas pelos trabalhadores do Rio Grande do Norte (o estado conta com várias iniciativas de geração de energia de fontes renováveis) e por reflexões de ativistas e especialistas sobre o tema.

Em tempo : que tal um estudo semelhante aqui na Bahia uma vez que temos várias iniciativas de energia eólica e solar ?

Enquanto isso leia o estudo clicando aqui ou no corpo deste post logo abaixo :