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TRAMPO Trabalho e economia solidária

notícias e reflexões sobre o mundo do trabalho e economia solidária

Vamos debater a 12 Plenária da CUT ?

A CUT – Central Única dos Trabalhadores – realiza planária estatutária nos dias 21 a 24 de outubro, em modo virtual, homenageando os companheiros João Felício e Kjeld Jakobsen, ex dirigentes que nos deixaram no ano de 2020.

Na Bahia a plenária estadual acontece nos dias 26 e 27 de agosto e homenageia os companheiros Carlos Itaparica (Sindquímica) e Zenilton Teixeira (Comerciários de Santo Antonio de Jesus) que também não mais estão entre nós.

O objetivo maior desta plenária é atualizar a estratégia organizativa da CUT neste momento em que a organização do trabalho ganha novos e definitivos contornos exigindo um novo modelo de organização dos trabalhadores. E exige também novas formas de luta e um novo modelo para exercitarmos a solidariedade de classe.

Contribuindo com o debate este blog realizará um ciclo de entrevistas com dirigentes e assessores do movimento sindical cutista. Começaremos no dia 4 de agosto às 20 horas nos meus canais no YouTube e Facebook com a companheira Cristina Brito, secretaria geral da CUT Ba, dirigente do SINERGIA Ba e coordenadora da plenária estadual.

Ao longo da semana divulgaremos as demais atividades. Enquanto isso vamos lendo a tese aprovada pela Direção Nacional da CUT. Clica no link https://bit.ly/tese_plenaria ou no arquivo incorporado abaixo.

Conjuntura Semanal #047 – 11 de julho – por J. S. Gabrielli

Leia clicando aqui https://bit.ly/conjuntuta_47 ou na apresentação mais abaixo.

Se não quer esperar pela nossa publicação envie uma mensagem para o endereço jsgazevedo@gmail.com informando que deseja receber o boletim. E toda a segunda pela manhã ele estará no seu email

Podcast que gosto #005 – Nova Rádio Libertadora

Gostava no caso em questão . A Nova Rádio Libertadora foi um podcast produzido colaborativamente por membros da Brigada Marighela nos primeiros meses da pandemia. O trabalho era grande já que todos tinham suas ocupações mesmo em home office. Mas os poucos episódios foram construídos com muito comprometimento e boas pautas indo dos impactos da pandemia (tema recente à época) passando pela biografia de Marighela chegando até a importância do Olodum.

Dando os devidos créditos : a apresentação ficava por conta de Shelton de Aragão e Nanda Castro que também cuidava do roteiro; o projeto gráfico foi criação de Jesus Guaré e a trilha sonora ficou a cargo de André Leitão. A pauta era definida num grupo de Whatsapp e a edição foi de Daniel Caribé que aprendeu a usar o Audacity com esta finalidade. Eventualmente posso estar omitindo alguém mas posso corrigir sem problemas.

Puxando a brasa para minha sardinha deixo o link do episódio que fiz parte especulando sobre os impactos da pandemia no mercado de trabalho. Mas todos os episódios merecem audição

Conjuntura Semanal #046 – 05 de julho – por J. S. Gabrielli

Leia clicando aqui http://bit.ly/conjuntura_46 ou na apresentação mais abaixo.

Se não quer esperar pela nossa publicação envie uma mensagem para o endereço jsgazevedo@gmail.com informando que deseja receber o boletim. E toda a segunda pela manhã ele estará no seu email.

Seminário Estadual sobre Defesa do SUS

No próximo dia 15/07 é a vez do estado da Bahia receber o Seminário Estadual sobre Defesa do SUS promovido pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) e CEAP, em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS).
A transmissão será nos canais do YouTube do Conselho Nacional e Saúde (CNS) e do CEAP. A atividade integra o Projeto de Formação para o Controle Social no SUS – 2ª edição.
O objetivo é mobilizar a sociedade pela defesa e valorização do Sistema Único de Saúde (SUS). O público em geral poderá participar. As inscrições podem ser realizadas no site: http://www.formacontrolesocial.org.br/seminarios
Para assistir os Seminários basta acessar:
https://www.youtube.com/c/CEAPRS
https://www.youtube.com/user/comunicacns

Transformações disruptivas no mundo do trabalho exigem respostas inovadoras – texto de Clemente Ganz

O mundo do trabalho passa por múltiplas e profundas transformações com intensos impactos sobre os empregos e as formas de ocupação laboral; sobre a quantidade, os tipos e os conteúdos dos postos de trabalho; sobre as profissões, seus conteúdos e a pertinência da sua existência; sobre os conteúdos, métodos e atualização da educação e formação profissional; sobre as habilidades necessárias para trabalhar nos novos contextos; sobre as formas de contratação e de inserção laboral, que passam pelo assalariamento clássico, às várias formas de trabalho autônomo e por conta própria, ao contrato intermitente, por prazo determinado ou eventual, aos vínculos mediados por plataformas e aplicativos, a pejotização, uberização, entre outros; a ampla flexibilidade da jornada de trabalho, composta de uma miríade entre as micro jornadas de poucos segundos que, de maneira intermitente, se somam às jornadas de mais de 15 horas diárias durante sete dias por semana; sobre diferentes formas e critérios de remuneração e de direitos laborais; sobre as formas de proteção laboral, social, previdenciária e sindical e, principalmente, a ampliação das formas de desproteção laboral, social, previdenciária e sindical. Rotatividade, informalidade, múltiplos vínculos laborais, vulnerabilidade, precarização, adoecimentos, medo, insegurança, estresse, ansiedade, depressão caracterizam esse novo mundo do trabalho.

Essas transformações no mundo do trabalho ganham rapidamente dimensões globalizadas e estão se acelerando e expandindo. A crise sanitária do Covid19 impactou a economia em todo o planeta e gerou medidas que aceleraram essas modificações no mundo do trabalho.

Essas transformações ocorrem porque há mudanças profundas e disruptivas na estrutura e nos fluxos do sistema produtivo e na base do sistema econômico. Há também mudanças culturais fundamentais no sentido da igualdade entre homens e mulheres, na forma de exercer a liberdade aplicada em diferentes escolhas para a vida, na maneira de as pessoas se inserirem na economia, no acesso e circulação das informações e do conhecimento; a expectativa de vida aumenta e ocorre a queda da taxa de natalidade; tudo isso impacta a organização da sociedade e as relações sociais, com novas demandas de serviços e produtos aparecendo e inovadoras ofertas que aumentam a cada dia. Há ainda as ondas do tsunami ambiental que a humanidade tem provocado, que está alterando o clima e colocando em risco todas as formas de vida no planeta, exigindo também respostas inovadoras.

As transformações sempre existiram porque fazem parte da essência da vida em todas suas dimensões, inclusive na econômica como revelam as três revoluções industriais ocorridas no último século e meio. Na atualidade histórica está em curso o processo da quarta revolução tecnológica, com impactos em todo o sistema produtivo, ao mesmo tempo que ocorrem profundas mudanças culturais cuja extensões são múltiplas e totalizantes. A profundidade dessas mudanças tem caráter disruptivo, abandonando rapidamente o velho mundo, que vai perdendo predominância e hegemonia. O novo mundo emerge com a velocidade acelerada e efeitos que se distribuem em todas as direções.

Para uma agenda que debate e delibera sobre as escolhas feitas no presente em relação a esse conjunto de transformações, é fundamental compartilhar a capacidade de prospectar as possibilidades de futuro, orientando cada escolha atual pelo sentido daquilo que se quer construir, dos problemas a serem superados, indicando claramente aquilo que não se quer promover e produzir. Esse debate deve ser instruído por muita informação e conhecimento qualificado, por amplo processo de debate que compartilhe projetos de formas de vida coletiva que expressem a condição humana que se quer promover, bem como considere os limites físicos e climáticos do planeta terra, que indique a missão de considerar os habitantes da Terra como uma comunidade planetária, que preserva todas as formas de vida, inclusive a nossa.

Nessa agenda que prospecta o futuro e gera compromissos no presente, há que se colocar como elemento constitutivo de um projeto de desenvolvimento e de sociedade a dimensão do trabalho como direito universal de participação de todos na produção econômica e de acesso ao produto social do trabalho. Há que se entender que a tecnologia é inteligência, conhecimento e trabalho humano aplicado na forma de máquina, ferramenta e processo produtivo, cujas escolhas nos processos de inovação e no seu compartilhamento tem uma dimensão fundante essencialmente política, ou seja, cabe a sociedade, através dos meios de que dispõe e cria para o diálogo social deliberativo, tratar das inovações, dos seus avanços, reflexos, usos e analisar seus impactos, fazendo escolhas de melhores caminhos, de perspectivas e de projetos.

Clemente Ganz Lúcio é sociólogo, consultor e assessor do Fórum das Centrais Sindicais. (2clemente@uol.com.br).

Ipea: sem apoio à agricultura familiar, população terá menos acesso a alimentos

O título deste post é copiado literalmente de publicação do site da CUT (leia aqui) . Trata-se de um alerta presente em publicação do IPEA (Politicas Sociais – acompanhamento e análise) no capítulo dedicado ao Desenvolvimento Rural. Os efeitos da pandemia se manifestaram de maneira severa na produção de alimentos para consumo interno. O efeito mais imediato é percebido na alta dos preços e caso não haja uma ação mais efetiva do Governo Federal, principalmente, poderemos caminhar para o desabastecimento.

O texto tem 52 páginas e pode ser lido ou “baixado” para leitura posterior clicando em https://bit.ly/desenvolvimento_rural .

Plataformas de trabalho: desafios para o movimento sindical

Entender, elaborar e por em prática estratégias de organização sindical dos trabalhadores em plataformas digitais talvez seja o maior desafio colocado para o movimento sindical neste momento.

Este curso ofertado pelo DIEESE me parece ser um momento para melhor compreender esta, não tão nova assim, configuração do mundo do trabalho.

Inscreva-se na nova turma do curso on-line Plataformas de trabalho: desafios para o movimento sindical. As aulas serão realizadas ao vivo, das 14h às 16h, em 19/07, 21/07, 26/07 e 28/07. Descontos especiais para inscrições efetuadas até 9 de julho de 2021.

Confira o conteúdo das aulas:

  • A ação sindical diante da rápida expansão das plataformas de trabalho nos setores do serviço e do comércio
  • As políticas neoliberais, a financeirização da economia, a Indústria 4.0 e a plataformização da economia
  • Novas formas de gestão: algorítmica e gamificada
  • Novas formas de precarização (uberização) das condições de trabalho
  • Autônomo, empreendedor ou precário: as reivindicações das e dos trabalhadores em plataformas e suas formas de organização
  • As perspectivas para a regulação do trabalho via plataforma digital

Valores

  • Inscrições até 09/07
    R$ 280
    R$ 230 (grupo de até 4 membros de entidades sócias do DIEESE)
    R$ 200 (a partir de 5 membros de entidades sócias do DIEESE)
  • Inscrições a partir de 10/07
    R$ 320
    R$ 270 (grupo de até 4 membros de entidades sócias do DIEESE)
    R$ 230 (a partir de 5 membros de entidades sócias do DIEESE)
    Obs.: Todos os valores são individuais

Para mais informações, acesse o site da Escola DIEESE:
🔵 https://escola.dieese.org.br/ensino/extensao/novos-cursos

Lançamento: o trabalho pós reforma trabalhista 28 jun 18 horas

O Instituto de Economia da Unicamp, através de seu centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit), convida para o lançamento do livro “O trabalho pós reforma trabalhista (2017)”, organizado por José Dari Krein, Marcelo Manzano, Marilane Oliveira Teixeira e Patrícia Rocha Lemos, em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Rede de Estudos e Monitoramento Interdisciplinar da Reforma Trabalhista (Remir).

No evento serão lançados dois volumes sobre os impactos da reforma trabalhista realizada em 2017 no Brasil.

Título: O trabalho pós reforma trabalhista (2017)

Quando: 28 de junho, às 18h.

Link para participarhttps://youtu.be/_JQqVZ7f8UY

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