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trabalho decente

#QUEREMOSDIGNIDADE – campanha da CNM CUT pelo trabalho decente

A CNM – Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT – lança campanha para redes sociais em defesa do trabalho decente. Tendo como mote o lema “Queremos Dignidade : inteira e não pela metade” a campanha trata inicialmente da discriminação racial no mercado de trabalho.

As peças da campanha para compartilhamento nas redes sociais são encontradas clicando no botão abaixo e a hashtag que unifica as ações e deve ser usada nas postagens é #queremosdignidade .

Carnaval 2022: defesa da retomada ignora condições desumanas de trabalho… por André Santana

Demorou mas surgiu uma voz na soteropolis para incidir no debate sobre a retomada ou não da carnaval baiano na perspectiva daqueles que trabalham, realmente, no carnaval baiano. Até o momento o discurso era na oportunista, cínica às vezes, argumentação da geração de oportunidades de renda para aqueles em situação de vulnerabilidade. Em geral postos de trabalho em condições precárias sem retorno financeiro significativo.

Parabéns ao autor, André Santana, pela iniciativa. Espero que repercuta junto àqueles comprometidos com um mundo do trabalho mais justo e equânime. E que o carnaval seja pensado como uma manifestação da cultura popular voltada para todos e não apenas um negócio para poucos.

Leia o texto clicando aqui ou a partir da postagem abaixo.

Dia Mundial do Trabalho Decente: Um Novo Contrato Social para Recuperação e Resiliência

Mais de 850.000 mortes causadas pela pandemia COVID-19, mais de 25 milhões de pessoas infectadas

400 milhões de empregos perdidos

Perda de centenas de milhões de meios de subsistência na economia informal

Transcrição de informe da ITUC-CSI ; tradução : Google Tradutor

Um Novo Contrato Social é necessário para garantir que a economia global possa se recuperar e construir a resiliência necessária para enfrentar os desafios convergentes da pandemia, mudança climática e desigualdade.

No dia 7 de outubro deste ano acontecerá a 13ª edição do Dia Mundial do Trabalho Decente (JMTD). Milhões de pessoas participaram de eventos relacionados ao JMTD desde 2008 e este ano será mais uma vez um dia de mobilização global: um dia em que sindicatos de todo o mundo se manifestarão pelo trabalho decente. O trabalho decente deve estar no centro da ação governamental para restaurar o crescimento econômico e construir uma nova economia mundial que coloque as pessoas em primeiro lugar.

Os efeitos da pandemia sobre a saúde, o emprego, a renda e a igualdade de gênero são ainda mais catastróficos considerando que o mundo já estava fraturado, com um modelo profundamente falho de globalização causando desigualdade e insegurança arraigadas para os trabalhadores. . Um novo contrato social é essencial para traçar o caminho para a recuperação dos efeitos do COVID-19, bem como para estabelecer uma economia de prosperidade e sustentabilidade compartilhadas.

Este ano, em muitos locais não será possível organizar eventos JMTD com a presença física de pessoas, devido ao risco de propagação do vírus. Desde o início da pandemia, no entanto, os sindicatos em todo o mundo alcançaram novos patamares na implantação de tecnologia para manter eventos virtuais e comunicações rápidas. Este será um elemento chave para o Dia Mundial do Trabalho Decente em 2020.

O tema central da CSI será “Um Novo Contrato Social para Recuperação e Resiliência”, ao longo do qual sindicatos e outras organizações que celebram o Dia Mundial também poderão se mobilizar sob seus próprios slogans e demandas.

Para manter todos informados sobre seus eventos em ou por volta de 7 de outubro, envie os detalhes por e-mail para wddw@ituc-csi.org. Eles também podem enviar mensagens solicitando informações adicionais para esse mesmo endereço.

Informações e materiais adicionais, incluindo infográficos e mensagens de mídia social, serão disponibilizados para você no site da ITUC.

Demissão de “Cowboy”, dirigente do SindAlimentação Ba : algumas possibilidades para a ação sindical

A Nestlé demitiu recentemente o empregado Francisco Teixeira (Cowboy), diretor do SindAlimentação. Não sei quais as razões do gesto mas esta é, na minha opinião, uma questão pouco relevante: a legislação brasileira assegura  estabilidade ao dirigente sindical no exercício da sua função.

Acompanho pelas redes sociais as tentativas de resistência do SindAlimentação e de setores do movimento sindical cutista. Acompanho também as queixas quanto ao baixo índice de solidariedade entre os dirigentes sindicais da própria CUT, central sindical que tem o SindAlimentação como filiado.

Mas esta polêmica não é o objetivo deste post. Para além das manifestações e protestos públicos tenho a pretensão de sugerir algumas ações no campo da institucionalidade que, de forma alguma, devem substituir a ação sindical direta mas complementa-la. Vamos lá então:

  • as isenções fiscais e as “contrapartidas sociais” : não sei se a Nestlé goza de alguma isenção fiscal concedida pelo governo do estado. Se for constatado algum benefício cabe uma ação junto ao governo da Bahia. A CUT tem aceito a política de incentivo fiscal como parte da atração de investimentos desde que hajam contrapartidas sociais e trabalhista. No rol desta última está o respeito à legislação trabalhista e mais particularmente o respeito às representações sindicais;
  • linhas de crédito e as “contrapartidas sociais” : situação semelhante à anterior só que os interlocutores passam a ser os bancos públicos : BNDES, Desenbahia, BNB, BB e CEF. No caso do BNDES havia um representante da CUT no Conselho de Administração. Já o Desenbahia tem o governo da Bahia como seu controlador. Nos demais casos não tenho informações sobre a participação de representações sindicais na sua estrutura de governança;
  • Agenda Bahia do Trabalho Decente – a governo da Bahia através da SETRE – Secretaria do Trabalho e Emprego – tem como uma das ações norteadora a Agenda Bahia do Trabalho Decente. Embora não conste dos seus eixos de intervenção, o respeito às normas trabalhistas e o reconhecimento da representação sindical no local de trabalho deve constar de qualquer programa que leve este nome. Esta ação governamental tem um Conselho Gestor e a CUT tem assento neste Conselho na pessoa do seu presidente, o petroleiro Cedro Silva. Uma ação da CUT e demais centrais sindicais no Conselho da Agenda do Trabalho Decente dará visibilidade ao problema abrindo mais um canal de interlocução com a OIT – Organização Internacional do Trabalho que várias vezes parabenizou o Governo da Bahia pela instalação da Agenda

 

 

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