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TRAMPO Trabalho e economia solidária

notícias e reflexões sobre o mundo do trabalho e economia solidária

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DIEESE debate reformas administrativa e tributária

A chamada da atividade é emblemática : Reforma Administrativa e Tributária – o que voce tem a ver com isso. O grifo é meu por achar que evidencia a um certo distanciamento do movimento sindical destas questões como se suas corporações não viessem a ser atingidas.

Coisas do corporativismo que juramos cotidianamente combater. Mas vamos lá….o debate é necessário e para ter acesso ao link da transmissão clique em https://bit.ly/33257Hy . Se inscreva e apareça.

Seminário “Economia Solidária, Eleições 2020 e o Futuro do Brasil”

A Rede de Gestores de Políticas Públicas de Economia Solidária promove o Seminário “Economia Solidária, Eleições 2020 e o Futuro do Brasil” nos dias 21 e 22 de setembro das 9 às 11 horas.

O evento será transmitido pelos canais da rede no YouTube (acione o lembrete para o dia 21 aqui e para o dia 22 aqui ) ou no Facebook.

Programação :

DIA: 21/09, das 9h às 11h da manhã

TEMA: “Conjuntura Político-Econômica do Brasil e a Economia Solidária”

Jaques Wagner, Senador da Republica; Flávio Dino, Governador do Maranhão; Aline Mendonça, Professora da Universidade Católica de Pelotas/RS;

Mediadora: Barbara Cunha, gestora pública de Volta Redonda/RJ.

DIA: 22/09, das 9h às 11h da manhã

TEMA: “A Economia Solidária e o Futuro do Brasil”

Roberto Marinho, Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte; Milton Barbosa, Superintendente de Economia Solidária do Estado da Bahia; Francisco Dal Chiavon, Presidente da União Nacional das Organizações Cooperativistas Solidárias-UNICOPAS;

Mediadora: Maria Penha Camargo, gestora pública de Joinvile –SC.

Centrais sindicais unidas: Pela manutenção do auxílio emergencial de 600 reais até dezembro

Presidentes de todas as centrais sindicais brasileiras lançaram hoje, quinta 17 de setembro, campanha nas redes sociais e um abaixo-assinado pela manutenção do valor do auxílio emergencial em R$ 600,00 até o mês de dezembro.

A expectativa e orientação das centrais é que o abaixo assinado (assine aqui) seja divulgado não só nas redes sociais mas junto aos trabalhadores nos locais de trabalho e nos locais de moradia.

Hashtag da campanha

E por falar em ações de redes sociais a hashtag a ser usada na campanha é #600peloBrasil . Use sempre nas suas postagens

O ‘novo’ outdoor ?

Por certo nas áreas menos verticalizadas das cidades o outdoor tem seu espaço. Mas nos centros urbanos estas intervenções tem maior alcance e ainda traz um ar de modernidade .

A foto acima é de uma intervenção em Fortaleza e me foi enviada pelo Victor Costa, dirigente da ASEF – Associação dos Empregados de Furnas. O “corre” fica por conta da galera do Coletivo Projetemos.

Ecos do “exposed” : senador Eduardo Braga se manifesta publicamente contra privatização da Eletrobrás

E a pressão nas redes sociais começa a apresentar resultados. O Comando Nacional do Setor Elétrico cobrou publicamente uma posição do Senador Eduardo Braga (MDB/AM) sobre a possibilidade do mesmo vir a ser relator de projeto de privatização da Eletrobras.

De imediato o senador agendou reunião com o CNE e externou sua posição (ver links abaixo) assumindo inclusive compromisso de manter diálogo regular com a representação dos trabalhadores.

Braga diz ser contra privatização da Eletrobras

Eduardo Braga reafirma a eletricitários ser contra a privatização da Eletrobras e diz que não há projeto de capitalização no Senado

Dentro do possível vamos disponibilizar as iniciativas em curso para apropriação coletiva pelo movimento sindical. As redes sociais são meios efetivos de diálogo com a sociedade e de mostrar aos eleitores como se comportam os seus representantes.

Amanhã traremos as ações da ASEF – Associação dos Empregados de Furnas.

CUT 37 anos : a luta faz a lei

“A luta faz a lei” é uma frase que me remete aos primeiros contatos com o movimento sindical bem no início dos anos 80. Criar uma central sindical era uma afronta à legislação da época. Esta disposição em afrontar, não de maneira atabalhoada, mas ancorada em sindicatos e oposições sindicais espalhados por todo o país e enraizados nas suas categorias profissionais é que possibilitou a existência da CUT a a construção de marcos legais de proteção aos trabalhadores.

Infelizmente não conseguimos manter uma correlação de forças favorável e este marco legal foi destruído. A nossa tarefa é de reconstruí-lo adequando às novas características do mercado de trabalho. Não basta resgatar a legislação passada mas conquistar uma mais contemporânea.

Se algo temos que resgatar do passado é esta diretriz : a luta faz a lei.

Vida longa à CUT e aos sindicalistas cutistas.

E o SINERGIA Ba aderiu ao “exposed”

Ainda bem

Indo ao ponto : “exposed” , termo usado pelo público mais jovem e usuários intensivos de redes sociais, nada mais é que expor publicamente os atos e/ou omissões de pessoas, principalmente de personalidades com destaque público. Vale salientar que o “exposed” não é recomendável para questões de orientação sexual, opção religiosa e assemelhados. Só quando a personalidade exposta denotar preconceito ou intolerância.

Voltando ao SINERGIA : o perfil do sindicato no INSTAGRAM vem publicando posts cobrando a posição de deputados federais baianos sobre a privatização da CHESF. Por certo o alvo da cobrança são os parlamentares que ainda não se posicionaram publicamente. Estes parlamentares são “marcados” na postagem para saberem que são alvos de cobrança e se posicionarem se necessário.

Ao mesmo tempo as postagens recomendam que os leitores façam os mesmos questionamentos nos seus perfis ou os publiquem nas redes sociais dos parlamentares.

Conversei com a Julia Margarida, dirigente do SINERGIA e da CUT Ba sobre a adesão dos trabalhadores e a avaliação é positiva pois o uso das redes sociais vai além do universo dos empregados das empresas. Outra ação realizada pelo sindicato é a ação direta junto aos Senadores da república também através dos perfis de redes sociais ou participando de “lives” onde estes parlamentares estiverem presentes para deixar mensagens contra as privatizações.

Então….vamos utilizar as redes sociais a nosso favor ? E se seu sindicato já usa vamos conversar pra dar visibilidade. Manda um zap para 71 991810903.

Trabalhadores e mobilidade urbana

Debater mobilidade urbana não faz parte da tradição do movimento sindical embora cada vez mais o tempo gasto com deslocamento consuma parte das nossas vidas. Ainda somos um movimento sindical preocupado com o que acontece da porta da fábrica (ou do escritório) pra dentro. E aqueles que tem na rua o seu local de trabalho ? Ou que ganham a vida se deslocando nas cidades ?

Bem, aqui em Salvador os coletivos Acessibilidade para Todos, Bike Anjo Salvador, Coletivo Mobicidade Salvador e o Observatório da Mobilidade de Salvador tomaram a iniciativa de elaborar um documento com propostas para a cidade. Este documento (conheça clicando aqui) é construído de maneira colaborativa (o prazo para contribuições já encerrou) e a versão final será apresentada aos candidatos à Prefeitura e Câmara de Vereadores da cidade.

Iniciativa positiva enquanto tal mas também enquanto método. Fica o desafio para o movimento sindical : vamos construir uma proposta de geração de emprego e renda para nossas cidades ?

Queremos comemorar os pais? Vamos falar sobre licença paternidade

Mais um texto traduzido com o auxílio do Google Tradutor. Leitura que pode ajudar a trazer para a concretude as nossas palavras de ordem em defesa da igualdade de gênero.

O texto em questão foi publicado no site do Banco Mundial e quem desejar ler no original clica neste link https://bit.ly/2EaTBQS

Queremos comemorar os pais? Vamos falar sobre licença paternidade

Como muitas comemorações, o Dia dos Pais pode ser um feriado altamente comercial. As empresas lançam campanhas publicitárias emocionantes para comercializar seus produtos, com o objetivo de aumentar as vendas. Embora seja admirável demonstrar afeto com presentes aos nossos pais, este dia também é uma oportunidade para refletir sobre o importante papel que eles desempenham na família e que muitas vezes é esquecido.

Há evidências que mostram que a participação dos pais na criação dos filhos não só tem efeitos profundos no bem-estar das crianças, mas também contribui para estimular seu desenvolvimento social (i) e cognitivo (i). Reconhecendo a importância do envolvimento dos pais na melhoria dos resultados do desenvolvimento infantil, os governos em todo o mundo introduziram políticas sobre paternidade e licença parental (maternidade ou paternidade). Alguns regimes de licenciamento (por exemplo, taxas exclusivas para pais [i] licença parental) também visam aumentar a participação das mães no mercado de trabalho e aumentar a probabilidade de que regressem ao emprego após o período inicial de licença de maternidade.

Conforme ilustram os dados da edição 2020 do relatório Mulheres, Empresas e o Direito (PDF), disponível no Portal de Dados de Género do Banco Mundial (i), 105 economias (das 189 para as quais existe informação) garantem o menos um dia de licença paternidade remunerada quando uma criança nasce ou reservam parte da licença parental remunerada por meio de cotas exclusivas para o pai. No entanto, a duração média da licença é de apenas cinco dias. Em comparação, 184 países garantem pelo menos um dia de licença maternidade e a duração média é de 98 dias. Mesmo depois de considerar o tempo de recuperação após a gravidez e o parto, as férias pagas para os pais geralmente são muito mais curtas do que as férias pagas para as mães.

Mas ter leis que estabelecem férias remuneradas não significa, entretanto, que os homens vão usar a licença. Em alguns países nórdicos, mesmo quando os homens são elegíveis, apenas 40% usam a licença parental, e a proporção cai para 2% (PDF) em países como a República Tcheca ou a Polônia.

Gráfico 1. Licença maternidade paga vs. licença paternidade paga
 

Licença maternidade paga vs.  licença-paternidade paga.  © Portal de dados de gênero do Banco Mundial


Fonte: Relatório do Banco Mundial sobre Mulheres, Negócios e Direito (PDF). Dados extraídos do Portal de Dados de Gênero do Banco Mundial (i).

O papel dos pais é igualmente importante para fomentar a participação das mães no mercado de trabalho.  Há ampla evidência de que as mulheres têm uma taxa de  participação no mercado de trabalho mais baixa do que os homens (i). Isso pode ser atribuído em parte à responsabilidade desproporcional das mulheres em cuidar da família e às normas de gênero que atribuem esse papel às mulheres. Quando trabalham, seus salários, em média, são inferiores aos dos homens e essas diferenças são muito maiores para as mães do que para as mulheres sem filhos. Além disso, a disparidade de gênero nos indicadores do mercado de trabalho está fortemente correlacionada com a maternidade (PDF).

A licença parental pode ser uma forma de diminuir as disparidades entre homens e mulheres. Os pais que tiram licenças mais longas, em relação às mães, lançam as bases para uma divisão mais igualitária do trabalho doméstico, o que pode reduzir a disparidade de gênero dentro da família (i) por meio de salários mais altos para as mulheres .

Embora seja difícil estabelecer causalidade (e determinar se os efeitos são explicados pela auto-seleção dos pais em licença ou não), a correlação entre a existência de licença-paternidade e a participação feminina na força de trabalho mostra que, nos países onde os pais têm a possibilidade de cuidar dos filhos após o nascimento, a participação feminina na força de trabalho e as taxas de emprego feminino são, em média, ligeiramente superiores.

Gráfico 2. As mulheres têm maior probabilidade de participar do mercado de trabalho em países onde existe licença paternidade remunerada
 

As mulheres têm maior probabilidade de participar do mercado de trabalho em países onde há licença-paternidade remunerada

Fonte: Relatório do Banco Mundial sobre Mulheres, Negócios e Direito (PDF). Dados extraídos do Portal de Dados de Gênero do Banco Mundial (i).

As evidências mostram que os pais que tiram licença-paternidade têm parceiros mais ativos no mercado de trabalho.  Na verdade, pode haver uma ligação causal. Na Espanha (i), a introdução de duas semanas de licença-paternidade aumentou a participação dos pais no cuidado dos filhos e a presença das mães na força de trabalho. Da mesma forma, uma “cota parental” de cinco semanas de licença em Quebec (i), Canadá, aumentou o tempo que as mães passaram no trabalho remunerado e a quantidade de tempo que elas passaram no local de trabalho. Na Alemanha (i), um subsídio parental que concede um “bônus” de dois meses adicionais de licença para famílias em que o pai tirou pelo menos dois meses de licença aumentou a probabilidade de emprego das mães em até 10% .

É claro que as decisões sobre cuidados infantis e tarefas domésticas são tomadas pelas famílias. No entanto, pequenos ajustes na concepção dos regimes de licença parental, como reservar períodos específicos de licença para os pais, aumentar a flexibilidade nas disposições de licença ou promover os benefícios da licença parental entre a população, podem influenciar o comportamento e mudança de atitudes (PDF) em relação aos papéis tradicionais de gênero.

Aproveitemos o Dia dos Pais como um momento único para refletir sobre o papel que eles desempenham na meta de alcançar a igualdade de gênero e para convencer governos e empresas de que devem encontrar formas de atender às necessidades de AMBOS os pais (ambos os pais). pais como mães) que trabalham.

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