
Em tese este assunto deveria ser aprofundado neste processo eleitoral. Mas esta é uma eleição atípica e este e outros temas ficam para segundo plano. Mas o Clemente Ganz Lúcio e Eneida Vinhaes Bello Dultra se deram ao trabalho de analisar o que está escrito no plano de governo de Flávio Bolsonaro e, não é surpresa, só encontraram regressão no campo dos direitos trabalhistas.
Com o auxílio de um agente de IA vou apresentar algumas das dimensões presentes no texto. E o texto na íntegra clique aqui.
Desregulamentação e Flexibilização: Adoção da lógica do “negociado sobre o legislado” e do estímulo a acordos individuais diretos entre patrocínio/empresa e trabalhador, reduzindo o papel da legislação de proteção coletiva.
Enfraquecimento e Ataque aos Sindicatos: Críticas e desqualificação da atuação das entidades sindicais na mediação trabalhista e na formulação de políticas públicas, promovendo o discurso da “liberdade individual”.
Precarização e Mão de Obra Vulnerável: Propostas de contratos diferenciados com redução de custos na folha de pagamento e encargos (em moldes semelhantes à antiga “Carteira Verde e Amarela”) focados em faixas específicas, como jovens (18 a 24 anos) e trabalhadores acima de 50 anos.
Omissão em Pautas de Proteção Social: Ausência de compromisso ou propostas para temas como a redução da jornada de trabalho (fim da escala 6×1), igualdade salarial, valorização do salário mínimo e regulação do trabalho por aplicativos.