
Na primeira quinzena de agosto recebi do companheiro Zé Sérgio Gabrielli o texto ‘Austeridade fiscal, envelhecimento,
educação e saúde: conflito distributivo “rides again”’ publicado em versão editada no site da Fundação Maurício Grabois (leia aqui) ou fazer dowload da versão que recebi para posterior leitura:
Pensei de imediato em publicar aqui no meu blog por imaginar que esta questão ocuparia boa parte dos debates da campanha presidencial. Mas a agenda foi interditada por conta das querelas do STF que ocuparam a pauta da imprensa com sucessivas denúncias.
Ontem,19 de setembro, sábado, o portal UOL publica um texto também de autoria de Gabrielli sobre o mesmo tema. Desta vez na condição de coordenador do programa de governo de Lula. Por imagonar que o bom debate retorne à pauta recomendo a leitura (link aqui) e a seguir um breve resumo produzido por agente de IA do UOL :
“O economista Sergio Gabrielli defende equilíbrio fiscal com inclusão social e diz que a dívida cresce mais por juros altos do que por gasto primário, o que exige coordenação entre política fiscal e monetária.
Gabrielli cita Rogério Studart: alta da Selic eleva o custo da dívida e pode levar a cortes que desaceleram a economia e reduzem arrecadação; ele afirma que o governo Lula pode combinar ajuste, crescimento e políticas sociais.
Ele aponta queda do déficit primário após 2023 e diz que, desde 2023, cerca de 90% da expansão da dívida líquida veio de juros; critica emendas que “sequestram” o Orçamento e propõe eficiência do gasto e justiça tributária“