Neste 29 de outubro a ONU celebrou pela primeira vez o Dia Internacional dos Cuidados após quatro anos de ações e iniciativas de sindicatos ao redor do mundo para ampliar os investimentos públicos na “economia dos cuidados”.

Conforme observado em recente apresentação do DIEESE no 14o CONCUT (acesse clicando aqui) o Brasil em particular e o mundo de uma forma geral vivencia o envelhecimento da sua população e o crescimento da expectativa de vida o que demanda por serviços para estes idosos. O quadro é agravado pelos fenômenos climáticos agudos, migrações e consequências da recente pandemia.

Estes cuidados ficam sob a responsabilidade de mulheres na sua maioria sub remuneradas ou simplismente sem remuneração. E trabalhando em situação precária nas suas várias dimensões sendo um dos fatores que causam a diferença de renda do trabalho entre homens e mulheres.

Segundo relatório da OIT o investimento global em serviços universais de acolhimento de crianças e de cuidados continuados criaria 280 milhões de empregos até 2030 e outros 19 milhões até 2035. Isto aumentaria a taxa de emprego feminino em 78% e 84%. % desses empregos seriam formais.

Aqui no Brasil este tema ainda é pouco debatido pelo movimento sindical. Fica a expectativa de mudança desta realidade.

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