Segunda e terça, 31 de março e 1 de abril os trabalhadores de aplicativos de entrega convocaram greve, por eles denominada #brequedosapps. Como sempre estas iniciativas são cercadas de expectativas por conta da fragmentação da categoria (moldada pela forma de prestação do serviço) e pela competição entre os trabalhadores do setor (também característica do serviço em questão).

A expectativa é amplificada pela organização sindical incipiente (a “categoria” é recente) e pelo pouco empenho do movimento sindical tradicional em apoiá-los. Mas como alguns veículos da mídia empresarial noticiaram a paralização com algum destaque podemos concluir que a paralização impactou na produção do serviço. Afinal, greve que não impacta na produção não sai na imprensa.

Vou deixar aqui alguns links do primeiro dia de paralização. Nos próximos dias pesquiso a repercussão nos perfis de rede social das organizações dos entregadores. Click na manchete para ler a matéria

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