As eleições municipais de 2020 surpreenderam pelos problemas no processo de apuração. O sistema de apuração das urnas eletrônicas, case de sucesso mundial, apresentou falhas que resultaram em atraso na divulgação dos resultados.

Pela manhã o alto volume de acessos aos servidores responsáveis pelo funcionamento do aplicativo E-título provocou interrupção nos serviços.

Tudo isso junto alimentou rumores, alimentados pelas fake news disparadas por conhecidos sites bolsonaristas, de que o sistema brasileiro seria falho e propício a fraudes. O que houve na verdade foram decisões no mínimo equivocadas do TSE explicadas por links e vídeos a seguir.

E o que a luta contra as privatizações tem com isso ?

Durante o processo de tomada de decisão cogitou-se a utilização de uma “nuvem ” pública, ou seja, a utilização das estruturas computacionais e de armazenamento de dados do SERPRO ou DATAMEC, utilizadas com sucesso em situações anteriores. Prevaleceu a posição de contratar a ORACLE, gigante norte americana no setor de serviços e infra estrutura.

Para entender melhor

TSE diz que comprou “cloud Oracle” porque só a Oracle vende o “cloud Oracle” – PODER 360

Ataque hacker e lambança do TSE atiçam terraplanismo eleitoral – UOL Tilt