O tema definitivamente entrou na pauta dos canais de comunicação. Dois podcasts tratam do assunto com diferentes abordagens e uma convergência : ao se mensurar os impactos destas medidas na economia deve-se levar em conta que não é apenas a quantidade de horas trabalhadas que deve ser levado em conta para medir produtividade do trabalho como quer parte do empresariado.

Uma jornada exaustiva impacta na qualidade de vida, que impacta na qualidade do trabalho; que leva ao adoecimento mental e aumenta a rotatividade da mão de obra; e que inpede o aprimoramento profissional impactando negativamente na produtividade. Isso tudo olhando por um viés bem produtivista, liberal talvez.

O primeiro podcast é o Café da Manhã, produzido pelo Grupo Folha, que edita a Folha de São Paulo. No episódio que trata do tema e cujo link para audição vai abaixo, as entrevistadas são Fernanda Brigatti, repórter da Folha, e Maíra Blasi, especialista em futuro do trabalho. A Maira tem uma newslettrer sobre o tema (leia clicando aqui) que também vale a leitura.

A outra indicação é um episódio do podcast Pauta Pública, produzido pela Agencia Pública. Recomendo ambos, o episódio cujo link vai mais abaixo e o site (clica aqui). A entrevistada, Marilane Teixeira, é professsora da UNICAMP e foi assesssora da CNQ-CUT durante muitos anos. Um enfoque adicional que ela trás é a questão de gênero muito por conta das responsabilidades com os cuidados familiares que recaem sobre as mulheres. E que neste aspecto teriam sua sobrecarga reduzida por conta da redução das horas trabalhadas.

Apoie TRAMPO; no QR abaixo voce contribui com um cafezinho. Bastante pra fortalecer nosso “corre”