
No nosso cotidiano costumamos associar as “big techs” a serviços que tornam nossas vidas mais práticas, promovem novas formas de sociabilidade e viabilizam os micro negócios através de serviços “gratuitos” (email, armazenamento de arquivos, editores de textos, planilhas, …) ou de baixo custo (transações financeiras e comércio eletrônico).
Estas facilidades encobre um mercado bilionário da “economia da atenção” que pretende atuar sem regulação ampliando as possibilidades de ganhos através da comercialização de serviços ilícitos (pornografia infantil, por exemplo) e comercialização de dados dos hábitos de consumo de quem navega pelos ambientes digitais.
Estas empresas se articulam para exercerem pressão sobre as nações no sentido de impedir que exista qualquer tipo de regulação sobre o seu funcionamento e sobre o destino dado aos dados pessoais que por ela transitam.
É sobre este universo invisível que a Agencia Pública e o Centro Latinoamericano de Investigación Periodística (CLIP) coordenam uma série de reportagens colaborativas em conjunto com a Crikey (Austrália), Cuestión Pública (Colômbia), Daily Maverick (África do Sul), El Diario AR (Argentina), El Surti (Paraguai), Factum (El Salvador), ICL (Brasil), Investigative Journalism Foundation – IJF (Canadá), LaBot (Chile), LightHouse Reports (Internacional), N+Focus (México), Núcleo (Brasil), Primicias (Equador), Tech Policy Press (EUA) e Tempo (Indonésia). O projeto tem o apoio da Repórteres Sem Fronteiras e da equipe jurídica El Veinte, e identidade visual da La Fábrica Memética.
Leia o conjunto de matérias, 11 publicadas até agora, clicando no link https://apublica.org/especial/a-mao-invisivel-das-big-techs/