Como não tenho recursos para edição dos melhores momentos deixo a íntegra do vídeo e algumas reflexões:
- a fala do Secretário do Trabalho Davison Magalhães me convenceu de que o Governo da Bahia tem uma estratégia convincente para a economia poipular e solidária. O problema está no financiamento (ampliação dos recursos orçamentários) e disponibilidade de pessoal (que tal pensar em concurso público para fugir da armadilha dos REDAs?);
- o “teto de gastos”, “ajuste fiscal” ou o nome que resolvam dar para a redução do gasto público é outro entrave. Junto com ele vem a pouca prioridade dentro do próprio “campo de esquerda”;
- as “compras públicas” podem alavancar e dar escala aos empreendimentos da economia popular e solidária. Qual o tamanho do “entulho burocrático” que que impede o acesso dos empreendimentos populares às compraas públicas ? Quais as iniciativas no âmbito do “campo de esquerda” para removê-los ? Qauis as iniciativas dos movimentos populares da economia solidária neste sentido ?
Em resumo : sem pressão social nada anda.