
Confesso que não fazia a menor idéia de que se passaram 10 anos da chegada da UBER ao Brasil. Achava até que fazia bem mais tempo por conta dos impactos no mercado de trabalho. O termo “uberização” transformou-se na palavra da língua portuguesa a designar atividade laboral completamente desregulamentada com remuneração variávele condições de trabalho precárias.
Hoje me deparei com matéria da Folha de São Paulo (leia aqui) que faz o relato destes 10 anos. Já tinha esquecido de que a plataforma já atuou de forma clandestina no Brasil. Mas o que mais me chamou a atenção é que a UBER (e demais empresas que prestam serviços similares) não sofrem fiscalização quanto às condições de segurança dos veículos disponíveis e muito menos quanto à composição do preço do serviço que, por se tratar de serviço de interesse público, deveria se submeter a algum tipo de fiscalização governamental.
Uma boa pauta para o sindicalismo cidadão.