
No post anterior mostramos que as desigualdades de renda entre homens e mulheres persistem. E para a redução destas desigualdades precisamos de medidas estruturais. No Brasil avançamos no marco legal mas este avanço não é suficiente. E os sindicatos jogam papel importante em duas frentes :
- fiscalizando o cumprimento dos marcos legais vigentes, e, principalmente …
- pautando o tema na sua ação sindical com enfase na inclusão de cláusulas nas suas pautas de reinvidicações quando das campanhas salariais.
Lei sobre transparência é essencial, mas sindicatos devem incluir o tema em suas mobilizações para ampliar o alcance prático da norma, escreve Clemente Ganz…
Dois textos recém publicados debatem e detalham estas questões:
- Caminho para a equidade salarial entre mulheres e homens, de Clemente Lúcio publicado originalmente no site Poder360 (leia clicando aqui);
- Desigualdade entre homens e mulheres de Maria Aparecida Azevedo Abreu publicado originalmente no site A Terra é Redonda (leia clicando aqui)
O envolvimento das entidades sindicais no processo de monitoramento do cumprimento da regra de igualdade remuneratória de gênero é fundamental para que a dimensão institucional, coletiva e estrutural de tal desigualdade seja levada em consideração – Maria Aparecida Abreu