Fim de ano chegando e algumas das questões cruciais do nosso dia a dia vão caindo no esquecimento na expectativa de voltarem à agenda no início do próximo ano. O problema é que algumas destas questões podem cair no esquecimento. A nossa exorbitante taxa de juros é uma delas,

Embora o COPOM – Comitê de Política Monetária – tenha reduzido a taxa SELIC por tres reuniões consecutivas ainda temos uma taxa de juros das mais altas do planeta. E que afeta não só a nossa capacidade de consumo mas, e principalmente, afeta a disponibilidade de políticas públicas que beneficiem os mais pobres já que juros altos significa mais dinheiro público utilizado para pagamento de juros da dívida pública.

Esperamos que em 2024 o debate permaneça com mais contundência não só para reduzir a taxa SELIC mas também para que o governo federal oriente os bancos públicos a reduzir o “spread” bancário que vem a ser os juros que os bancos cobram para além da taxa definida pelo Banco Central.

Para melhor entender a questão recomendo a leitura de artigo do economista Paulo Kliass (li no site do Jornal GGN mas já vi publicado em vários portais; o que vale dizer que não sei qual a fonte primária). Mas independendo da fonte leiam clicando aqui : https://jornalggn.com.br/politica-monetaria/o-copom-e-a-selic-por-paulo-kliass/