
No seu segundo dia de trabalhos os debates avançaram para uma pauta mais “sindicaleira”. Nos debates sobre conjuntura as análises convergiram para três pontos :
- a ofensiva coordenada da extrema direita em todo o mundo o que requer uma ação organizada dos trabalhadores no mesmo nível;
- a compreensão de que a derrota eleitoral de Bolsonaro não significou a derrota do “bolsonarismo” que continua detreminando a agenda política, econômica e de custumes;
- a necessidade de impulsionar a organização e unidade na ação dos setores populares como forma de barrar a ofensiva conservadora que se manifesta principalmente no Congresso Nacional tendo como “braço” operacional a coalizão informal que chamamos de “Centrão”.
A ação estratégica mais assertiva, no meu ponto de vista, está expressa na fala do presidente Sérgio Nobre : uma CUT mais próxima do povo, organizando os trabalhadores não só nos locais de trabalho como também nos (lá vem termos novos) “territórios” (entenda-se : locais de moradia). Respeitando a autonomia dos demais movimentos sociais organizados. Veja mais detalhes clicando aqui.
Não é tarefa fácil haja visto a cultura coorporativa que ainda permeia o movimento sindical brasileiro. Um caminho para viabilizar esta ação é a criação dos Comitês Populares de Luta que será tema de postagem nos próximos dias.
No campo da disputa de narrativas junto aos trabalhadores a CUT reforça o papel das Brigadas Digitais da CUT. Este blog está comprometido com esta ação desde o seu início mas o índice de adesão dos dirigentes sindicais ainda é pequeno. Como o momento é de ação aproveite o momento e participe também clicando no botão abaixo.